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[Treinamentos] Dark Hunter

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1 [Treinamentos] Dark Hunter em Sex Set 26, 2014 8:30 pm

Aqui ficarão meus treinos. Não aceito críticas à eles(-sqn kkkkkk')

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2 Re: [Treinamentos] Dark Hunter em Sex Set 26, 2014 10:47 pm


1º Treino - O início

"Tentarei começar pelo começo". Pode parecer ridículo isso para muitos, pois, geralmente, todos começam pelo começo, mas isto é algo muito difícil para mim, principalmente com a situação em que vivo atualmente.

Por que digo isso? Não é porque eu quero parecer o "coitado" da história; o injustiçado. Pelo contrário. Sinceramente, acho que não estou nem perto disso. E, pra ser mais sincero ainda, nem sei como vim parar nisso aqui.

"Bom, acho que pior não pode ficar..." - foi uma das piores coisas que já disse na minha vida, pois conseguiu piorar, e muito: Estava andando por esse "novo" mundo, quando, de repente, alguma coisa cai em cima de mim, me jogando no chão. Senti muita dor naquela hora.

"Você está acordando!" - essa mesma coisa exclamava, me dando um susto de início. Olhava para ele(ou ela, não sei bem diferenciar o que era aquilo) certo estranhamento, mas até parecia que eu estava alucinando. Foi isso que pensei, também, quando tinha caído num pequeno arbusto em uma floresta(Na qual ainda estou caminhando). Alucinações, só pode.

O bicho me encarava também. Parecia já me conhecer a bastante tempo. Perguntei, então, qual era seu nome. Ele me respondeu que era Gabumon, um digimon. Explicou-me onde estava e o porque de estar ali. E enquanto isso, fomos caminhando pela extensa floresta. Enfim perguntei o que tinha de perguntar:

- Por que não me lembro como vim parar aqui?

- O senhor deve ter batido sua cabeça em algo. - Respondeu Gabumon - Vejamos... há um galo em sua testa.

Passei a mão em minha testa e senti o pequeno inchaço, que começou a incomodar logo depois, mas, mesmo assim, não conseguia acreditar que só porque bati minha cabeça em alguma coisa perderia minha memória das últimas 5 ou 6 horas. De qualquer maneira, caminhamos até uma pequena fonte, localizada ao leste de onde estávamos. Estava morrendo de sede, e de fome, mas não fui burro o bastante de beber a aquela água direto, sem nem saber se estava contaminada ou não. Não é frescura, é usar a cabeça.

Passamos algum tempo conversando debaixo da sombra de uma árvore, bem grande por sinal, que, em pouco tempo, não seria mais necessária, pois escurecera rapidamente. Deviam ser umas quinze e quarenta, estourando dezoito horas. E mesmo assim o digimon não parava de falar, era um assunto atrás do outro. Até que, de repente, mandei-o calar a boca por alguns minutos. Gabumon, então, perguntou:

- Algum problema, sr.?

- Apenas escute. - Respondi para o pequeno.

- Escutar o que?

- Você não vai escutar se continuar a falar.

Gabumon parou de falar por alguns segundos, até que conseguia ouvir alguns sussurros. Dessa vez acabei me irritando e falando mais grosseiramente com o pequeno. Gabumon se defendia, dizendo que não era ele quem falava, então comecei a prestar mais atenção nas falas:

Você já viu algum digimon parecido com ele? - Perguntou um primeiro, ao qual a voz era mais ríspida.

Não, mas deve ser um bem feio *risos* - Respondeu um segundo de voz mais calma, igual a de uma criança - O que acha que devemos fazer com ele e aquele ao lado?

Eles estão no nosso território, então acho que devemos matá-los. - Respondeu o primeiro - Vá lá você.

O que?! - O segundo tomava um susto com a ordem do primeiro, se exaltando um pouco, a ponto de eu conseguir escutar com clareza a conversa - Você está louco?! Vá lá você, ninguém mandou esquecer de esconder o lugar!

- Fala mais baixo, burro! - O primeiro começava a se irritar com seu companheiro, começando a falar no mesmo tom que ele - Eu esqueci porque você acabou me apressando!

- Burro é você! - O segundo desferia um soco no primeiro, começando a briga.

Depois desta fala os dois começaram a brigar, envolvendo socos, pontapés e xingamentos, até que os dois caíram para fora dos arbustos, que estavam próximos a árvore em que eu e Gabumon estávamos encostados. Víamos que eram dois digimons brigando igual duas crianças por um doce ou dois homens por uma mulher, dependendo do ponto de vista. Os dois rapidamente paravam com a breve troca de ofensas e golpes, vendo eu e Gabumon parados observando-os.

- Hey, vocês dois! - Exclamou o mesmo digimon que havia começado a conversa logo acima. - O que estão fazendo aqui?!

Encarei o digimon com um olhar de discórdia e, ironicamente, perguntei porque estava perguntando aquilo. O digimon, ainda desconhecido, parava para pensar por alguns segundos, demonstrando que não esperava aquela resposta/pergunta, e respondia que eles eram donos daquele lugar e que nós éramos invasores.

Olhei para Gabumon e o mesmo devolveu o olhar, depois olhando novamente para os dois digimons que estavam, praticamente, na nossa frente. Resolvemos não arrumar nenhuma confusão com eles, pois eles mesmos já eram a confusão, e fomos nos retirando com calma, porém fomos impedidos pelos mesmos digimons, estes que queriam, sim, arrumar alguma briga conosco.

Gabumon disse que eram dois Goburimons, uma espécie de digimon goblin que possui uma clava, a qual usa para atacar seus oponentes. Perguntei para ele se dava conta do recado e, já que para ele estava tudo bem, apenas me afastei um pouco dele. O mais engraçado é que os dois Goburimons eram dois medrosos, pois nenhum deles queria lutar e empurrava o outro para a batalha. Sabia que não dava para Gabumon lutar com os dois ao mesmo tempo, então pedi para que se apressassem, a não ser que quisessem, os dois, virarem um digitama(Gabumon tinha me explicado, detalhadamente, o que eram), lógico que era um blefe.

Finalmente um(o segundo, para ser mais preciso) deles se ofereceu a lutar. Ele tremia, parecia prever o resultado da batalha. Tentava erguer sua clava com toda a sua força, mas tremia tanto que quase deixara cair no chão. Goburimon(2) gritava um ataque, Goburi Strike, lançando algumas bolas de fogo em alta velocidade na direção de Gabumon, que não conseguia desviar e era acertado.

O golpe não causara muitos danos ao digimon réptil, mas era o bastante para Goburimon comemorar por ter acertando um ataque. Fora isso, Gabumon mantinha a calma e exclamava um ataque: Hidden Punch. Pelo que vi, era um ataque normal, em que ele rapidamente desferia vários socos contra Goburimon, que defendia-os com sua clava. Depois disso, o digimon emendava outro ataque. Desta vez, um Horn Attack, aproveitando a distância entre os dois, acertando Goburimon em cheio(Que estava com sua clava abaixada) com seu chifre.

Goburimon ficara atordoado com o ataque, mas logo se recuperava e partia para seu ataque. Ele queria responder fisicamente ao ataque desferido por Gabumon, então tratou de atacar com Goburi Rush, arrancando(De correr) contra Gabumon, usando sua clava para bater contra ele. Ele errara todas as tentativas. Não desistindo, tentava mais vez, o mesmo ataque, e acertava várias pancadas com sua clava contra Gabumon.

O digimon réptil, esperto, aproveitava a distância em que estavam, ele e Goburimon, para atacar com seu principal golpe: Blue Blaster. A tradução para o português(brazuca) é Explosão Azul(Literalmente, claro) e o ataque é o que diz no nome. Rapidamente Gabumon disparava uma chama azul de sua boca, mas Goburimon, utilizando de sua esperteza, também, desviava do ataque certa rapidez, preparando o contra-ataque.

A torcida do primeiro Goburimon ficava cada vez mais irritante. Eram gritos e ofensas para Gabumon, desconcentrando-o, até que era acertado por uma pedra que havia jogado. O segundo Goburimon, então, aproveitava a situação para atacar mais uma vez. Boulder Throw foi o ataque escolhido pelo digimon esverdeado semelhante a um duende, invocando uma pedra e jogando-a contra Gabumon. Este quebrava a pedra com seu chifre, mostrando certa irritação com a batalha.

Para decretar fim à batalha, Gabumon iniciava um combo improvisado: primeiramente, avançou contra Goburimon e atacou com suas garras o digimon adversário, vendo-o desviar de todas as tentativas. Sucessivamente, Gabumon utilizava um de seus vários ataques: Blue Cyclone. Girava rapidamente na direção de Goburimon, enquanto disparava um fogo azul de sua boca contra Goburimon, que era atingido e ficava no chão. E para finalizar, o digimon réptil olhava fixamente para seu alvo, o digimon verde, e disparava contra ele uma imensa chama azul, tendo seu tamanho, talvez, influenciado por sua raiva, acertando o pequeno digimon travesso, destruindo-o.

Os dados de Goburimon eram recuperados, virando uma Digitama pega por seu companheiro. Ignoramos o pequeno digimon, que corria feito um condenado para o meio da floresta, e continuamos nosso caminho, já de noite, pela floresta. Se íamos sair daquela floresta à noite eu não sabia, mas que ainda tem muita coisa para acontecer, tem.

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3 Re: [Treinamentos] Dark Hunter em Sex Set 26, 2014 11:26 pm

Treino válido +40 de exp (quase ganhou 50 em >.>)


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4 Re: [Treinamentos] Dark Hunter em Sab Set 27, 2014 5:47 pm


2º Treino - A Floresta

Caminhávamos pela floresta, que, aparentemente, era muito mais extensa do aparentava ser. Sua trilha, feita de puro barro, ou algo semelhante, parecia não ter fim e a noite, sempre assustadora num lugar desconhecido e em que você não tem certeza de que está seguro, ainda acabara de começar. O silêncio na floresta era, de certa forma, desesperador. Alguns barulhos, causados por nós mesmos, quando pisávamos em finos gravetos espalhados por toda a trilha, e outros causados por digimons escondidos atrás das árvores, arbustos e etc.

Para dar fim àquele silencio, resolvi "puxar" uma conversa com Gabumon, sobre o Digimundo mesmo e seus habitantes. Além das coisas que ele já tinha me dito, e alguns detalhes não muito importantes, mas que poderiam ajudar depois, me disse que eu tinha um dispositivo, chamado de Xros Loader, em meu bolso, que poderia ser usado para diversas finalidades, dentre elas a captura de digimons e o armazenamento dos mesmos. Achei interessante esse dispositivo, pegando-o e analisando-o.

Íamos cada vez mais devagar, até pararmos para saber a função de cada botão dele. De repente, alguns gritos vindos do fim da trilha da floresta, ou, pelo menos, o fim do nosso campo de visão sobre ela. Gabumon ameaçou uma corrida, mas parei-o, dizendo que não era conosco, então não tínhamos o dever de interferir em qualquer que seja o motivo dos gritos. O digimon encarava-me, com certa postura e valentia, contradizendo meus motivos. Disse para me pôr no lugar de quem chamava, mas não o respondi e ele saiu em disparada na direção dos chamados. Permaneci calmo e continuei caminhando até o local, sendo levado pela postura de Gabumon.

O local era uma pequena vila digimon que, pelo visto, havia sido completamente devastada, com rastros de incêndio, pegadas fundas no chão perto de uma das cabanas, que deveria servir de abrigo para algum digimon pequeno, e sinais de arrombamento. Gabumon estava parado, perto de uma dessas cabanas, olhando para todos os lados, tentando ver alguém. Aproximei-me dele e disse:

- Acho que perdemos tempo vindo aqui. - Gabumon levava um susto de leve com minha fala.

O digimon réptil voltava a sua procura incessante pela vítima, mas não encontrava-a. Apenas seguia-o, calmamente, até que os chamados voltassem a ser gritados, só que desta vez sabíamos de onde vinha: uma das pequenas cabanas, sem porta e com um grande buraco nas palhas que faziam o telhado. Gabumon correu até essa cabana, chegando ao que seria porta, deparando-se com a escuridão total dentro do pequeno barraco. Perguntava, então:

- Não vai entrar? - Olhei para Gabumon, sem demonstrar expressões, e abaixei para olhar mais a fundo o interior da cabana, mesmo estando bem escuro. - Está com medo?

- Não... - Gaguejava o pequeno, encarando o, até então, vácuo.

- O que é então? - Insisti na pergunta, para tentar encorajá-lo ou, de qualquer jeito, irritá-lo - Perdeu aquela valentia que mostrou lá atrás?

- De jeito nenhum! - Exclamou Gabumon, conseguindo coragem suficiente para entrar na cabana, aparentemente - Quer dizer, não sei...

Só não dei um pontapé nele porque este tomou alguma coragem e entrou na cabana antes de qualquer ação minha. Observei o digimon entrar com convicção, mas, em breve, me arrependeria de ter deixado ele sozinho naquele lugar. Aquele lugar me dizia algo muito ruim, que eu sabia que era melhor evitar, mas Gabumon não em daria ouvidos se ousasse discordar de sua filosofia.

Nada acontecia e, então, houveram alguns minutos de silêncio. Comecei a me agitar com o que poderia estar ocorrendo ali dentro, mas não me deixei levar. Resolvi olhar pelo buraco no telhado da cabana e me assustei com o que vi. Na verdade, não havia vítima alguma, ou alguém pedindo socorro, apenas um digimon semelhante a um cogumelo encarando Gabumon, com um sorriso escroto.

Destruí, rapidamente, o telhado da cabana com alguns pedregulhos, que, provavelmente, eram usados envolta do que seria uma fogueira, e começava a olhar atentamente a batalha entre Gabumon e o digimon desconhecido, até então. Gabumon exclamou:

- Mushmon?! - Ele parecia surpreso com o digimon - O que você...espere, foi você quem fez isso nessa aldeia, certo?

- Hehe, Gabumon... quanto tempo, amigo! - Mushmon parecia já conhecer Gabumon de longa data, mas este último parecia não gostar muito da presença dele - Vejo que não conseguiu não prestar a atenção no que fiz. Acho que terei que acabar com a sua raça agora...

- Tente a sorte!

Gabumon desafiava Mushmon ao ataque, esperando uma investida do mesmo, que tentava desferir um soco contra Gabumon. Um ataque normal, previsto por Gabumon, e que fora rapidamente defendido por este último. O digimon réptil devolvia o golpe, agora com um movimento: Hidden Punch. Aquele mesmo ataque da última batalha, abrindo a sequência de turnos de ataques de Gabumon, em que socava diversas vezes seu oponente, nesse caso o Mushmon.

Os golpes foram desviados pelo digimon cogumelo, que rapidamente tratava de contra-atacar. Afobadamente, ele tentava, finalmente, um ataque especial. Laughing Smasher foi o escolhido. No entanto, ele não se movimentava, apenas ficava ali, parado, olhando fixamente para Gabumon. Pensei um pouco e entendi que, talvez, aquele ataque não fosse realmente um ataque e sim uma defesa que gerava contra-ataque. Esperava que Gabumon pensasse do mesmo jeito, já que não poderia dizer para o mesmo sem Mushmon ouvir alguma palavra, então apenas observei.

Gabumon se sentia na missão de ter que atacar o digimon cogumelo, e assim fez. Felizmente não foi um ataque físico e sim um ataque de longa distância, o Blue Blaster. O digimon réptil, então, disparava uma chama azulada de sua boca, acertando Mushmon bem em sua cabeça, jogando-o para longe, contra a parede da cabana, quebrando-a. Rapidamente se levantava, frustrado por sua tentativa de ataque/defesa ter falhado, ou era o que aparentava estar sentindo. De qualquer forma, Mushmon rapidamente partia para um novo ataque, dessa vez um ataque bem diferente e característico de sua aparência: com rapidez, o digimon vírus lançava alguns cogumelos em direção de Gabumon.

Os cogumelos, por sua vez, não eram simples cogumelos venenosos, eles explodiam. Sim, alguns deles caíram no chão no meio de sua trajetória e logo explodiram uma boa parte do que seria o campo de batalha. Gabumon tentara desviar se movendo para o lado, mas não conseguia, eram muitos cogumelos. Assim, o digimon não via outra alternativa a não ser atacar junto a Mushmon, usando o Blue Blaster.

Gabumon, velozmente, lançava uma chama de cor azul de sua boca, na direção dos cogumelos, e acertava o ataque, vendo estes mesmos pegarem fogo e caírem ao chão, queimados. Mushmon via seu melhor ataque, ou um dos melhores ataques, ser facilmente destruído. Não era de natureza aquele ataque falhar facilmente, mesmo que da maneira que havia sido, o que deixava Mushmon furioso. Este último não esperava nem um respiro de seu adversário e já partia para outro ataque. Já estava cansado, e sem cogumelos(Acho que seria impossível ele arrumar outros cogumelos, assim, do nada.), então preteriu por atacar novamente com o Laughing Smasher, ficando parado novamente. Levei aquilo como uma desistência:

- Acabe com ele, Gabumon, e vamos embora daqui.

Era o golpe final. Mushmon estava cansado, como disse anteriormente, e já não tinha muitas escolhas, a não ser esperar pelo seu fim. O digimon réptil, que não tinha nada com isso, preparou outro ataque: Blue Cyclone. Ataque em que ele entrava em uma espiral, girando em direção do oponente, e começava a lançar as mesmas chamas azuladas do Blue Flare, mas em direções aleatórias, muitas vezes próximas do adversário. Estas mesmas chamas acabavam pondo fim ao digimon cogumelo e incendiando a cabana, que já estava quase sendo derrubada.

- Eu ainda vou voltar... - Foram as últimas palavras de Mushmon, que logo virou uma simples DigiTama, caindo em meio ao barro queimado, também conhecido como o chão da cabana.

Saímos da pequena aldeia sem rastros de qualquer outro digimon que tivesse vivido por ali, o que era estranho de certo modo. Ainda era noite, provavelmente de madrugada, e por isso era bem difícil que houvesse alguma forma de vida boa o bastante que passasse por nós dois e não quisesse nos matar. Continuamos pela trilha e, desta vez, conseguia sentir o cheiro do mar, ou seja, estávamos próximos da praia.

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5 Re: [Treinamentos] Dark Hunter em Dom Set 28, 2014 12:20 pm

Eu tentaria dar exp... mas tá bom demais. Um level pro cara.


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6 Re: [Treinamentos] Dark Hunter em Qua Out 01, 2014 8:31 pm


3º Treino - Torneio subterrâneo

Finalmente o fim. Pelo menos não o fim do mundo, mas sim o da tão longa floresta. Diria isto se realmente estivesse feliz, só que... o fim da floresta levava também ao fim do trajeto. Sim, um grande paredão de pedra, provavelmente a lateral de uma imensa montanha(Imensa porque é maior que a média), que acabava completamente com a trilha. Talvez fosse até uma caverna, na qual houve algum tipo de deslizamento de pedras que acabou cobrindo a passagem. Lembro-me que tinha olhado para os dois lados, esperando ver alguma alternativa de caminho, mas só via árvores e mais árvores, o que era normal para uma floresta. Gabumon conseguia rir de nosso fracasso, pois era ridículo nenhum de nós ter visto aquilo. Se bem que os troncos das árvores muitas vezes dificultavam a vista até do sol e da lua, então não levara aquilo a sério.

Resolvi me sentar na frente daquele paredão de pedra, encostando minhas costas no mesmo, esperando algum milagre(Até porque se voltássemos todo o caminho ou déssemos a volta pela floresta levaria dias ou, no máximo, semanas). Foi aí que, de alguma forma, senti aquele paredão estremecer-se com o peso do meu corpo, que acabei forçando, pois batia com a cabeça nele, tentando pensar. Virei-me e encostei minha mão lá, fazendo um pouco de força para ver se acontecia mais uma vez. Saía, então, água entre as pedras, molhando minha mão. Rapidamente as rochas começavam a ficar cada vez mais úmidas, com pequenos esguichos de água. Gabumon olhara para a parede e exclamara:

- Saía daí!

Levantara-me tão rápido que lembro de ter feito um buraco na terra da trilha pelo impulso que tinha tomado. Corri, então, para um dos lados da floresta e Gabumon para o outro, saindo de frente da parede de pedra. Assim, esta última se quebrava e uma grande quantidade de água saía pela entrada do que, até então, parecia ser uma caverna. De qualquer forma, uma coisa não saía de minha cabeça naquela hora: Como aquela água foi parar ali, atrás daquelas pedras? Bom, provavelmente havia alguma saída para o mar por ali ou, até mesmo, alguém(Ou algo, vai saber) havia posto aquilo ali como armadilha, escondendo algo.

Olhei para Gabumon e o mesmo devolveu o olhar, até que nos levantamos e olhamos para dentro da caverna. Ela estava, obviamente, úmida, mas apenas na parte da entrada, como se o resto do caminho estivesse completamente seco. Voltei para perto de uma árvore e peguei um de seus galhos que estavam no chão, para servir de tocha, e pedi para Gabumon usar seu Blue Flare na tocha, mas não tão forte, até porque poderia levar minha mão embora.

Tocha acesa, ambos preparados e assim entramos na caverna. As gotas de água ainda caíam do teto, atingindo nossas cabeças. Andamos alguns metros para longe da floresta, quando mais pedras caíam e fechavam a entra da caverna. Mas... de onde surgiram aquelas pedras? Não sabia, e ainda não sei, e isso só reforçava a teoria de que alguém tinha posto as pedras ali, mas e a água? Essa era uma das várias perguntas que permaneciam na minha mente sobre aquele local enquanto permanecia nele, o que não duraria mais alguns minutos.

Alguns centímetros após a marca certeira da água, que dava início ao que, aparentemente, seria a real caverna, pisamos na terra seca. Sentira um tremor na terra, que me desequilibrava e à Gabumon, sucumbido-nos ao chão. Não tivemos como escapar do que iria acontecer: abria-se um buraco onde estávamos e nele caíamos. Certamente me lembro de cair em um local úmido e de ouvir algumas vozes de longe. Acho que bati com a cabeça, mais uma vez, pois é, no chão e adormeci, até porque quando acordei, num tipo de "casa", minha cabeça estava enfaixada e ainda sentira um pouco de dor na mesma região. Levantava minhas costas, ficando sentado no que seria uma cama, e olhava para uma porta. Não via Gabumon. Chamei-o, mas fiquei sem resposta.Tentei sair da cama, mas não sentia minhas pernas. Quando retirei o que era para ser um lençol, não as vi, apenas duas grandes faixas enroladas na altura do joelho.

Acordara ofegante. Era apenas um sonho, na verdade um pesadelo, e desses que já não tinha à tempos. Quando olhei para os lados novamente, desta vez certificando-me que não era um pesadelo, vi Gabumon parado, ao lado da porta. O digimon réptil explicava-me o que era aquele lugar. Nada mais, nada menos, do que o tão conhecido "Torneio Digimon de Batalha" ou TDB(Usarei a sigla algumas vezes). Aquele buraco que se abriu para nós cairmos no que seria a arena das batalhas era, na verdade, a entrada da mesma e a água, que estava presa pelas pedras, era uma das armadilhas para o local. Não fazia sentido algum, pois sem participantes não havia torneio, mas, depois, começou a fazer certo sentido: Apenas os mais fortes participavam. Acabei não resistindo e fiz a seguinte pergunta:

- Devemos participar?

- Pelo o que me disseram, sim. E obrigatoriamente. Caso contrário eles nos matam, ou, na melhor das hipóteses, nos prendem, por ter descoberto a entrada.

- Tá de sacanagem, não é?

- Não.

- Droga... - Levantava-me da cama e calçava meus tênis - Vejo que não temos escolha a não ser lutar, então... Com quem lutaremos primeiro?

- Ainda não sei, pois não sortearam os oponentes. Por hora devemos ficar por aqui até sermos chamados.

- Então acho que não temos nada para fazer.

- Não... - Gabumon, frustrado, abaixava a cabeça - Mas, vejamos pelo lado bom, temos tempo de planejar algo para a batalha.

Minutos após o breve bate-papo, alguém batia na porta do quarto, chamando por um número de inscrição e por Gabumon. O digimon levantou-se do chão e atendeu o digimon que o chamara, este último que trazia consigo o resultado do sorteio. Nosso oponente seria um Gazimon, um digimon que se parece com um cachorro roxeado com garras negras de tamanho considerável e orelhas semelhantes à de um coelho. Não era tão assustador, de acordo com a descrição de Gabumon, mas seu sorriso e olhar causavam certo temor contra seus oponentes. Nada com que não pudéssemos lidar em um momento como aquele.

Nos preparamos rapidamente. Provavelmente era o único humano na arena, pelo menos no tempo em que estive por lá não tinha visto nenhum outro. Isso, talvez, pudesse mudar algumas coisas no regulamento do torneio, pois, como neste último dizia que apenas o digimon poderia lutar, sem nenhum outro acompanhante digimon, eu poderia entrar no campo de batalha junto de Gabumon. De qualquer maneira, achava que não poderia ajudar muito no confronto e ficaria só observando, de "camarote", a batalha.

Algo me diz que terei de dizer mais um pouco sobre esse regulamento do torneio, para não deixar dúvidas sobre ele. Portanto, começarei agora: Gabumon havia me dito que tinham 5 rounds de batalhas eliminatórias, contando com a final. Sendo assim, o digimon que perdesse uma das batalhas, estaria eliminado do torneio( Para onde ele iria eu já não sei, mas com certeza não continuava na arena) e o que vencesse, avançaria para cada fase. Fora isso, não era permitido qualquer interferência na batalha de fora dela, além de que o vencedor do torneio ganharia algo de especial, secreto, obviamente, que apenas quem o ganhasse saberia o que é. Suspense? Naquela hora também tinha achado.

Chegamos ao campo de batalha. Parecia até que eu era a atração de todo o torneio, ao invés das batalhas, pois aqueles digimons nunca tinham visto um ser humano em toda a sua vida. Algumas histórias, de acordo com Gabumon, eram contadas pelos anciões de vilas, aldeias etc. para os pequenos digimons, que cresciam com aquela curiosidade de querer ver um. E é como o ditado diz: "A curiosidade matou um burro", ou algo semelhante. Voltando ao assunto do começo do parágrafo: Um Leomon era o juiz da batalha, que, rapidamente, estendera seu braço em direção ao grande cronômetro da arena(Sim, por incrível que pareça, eles tinham isso) dando início a batalha.

Gazimon, numa velocidade assustadora, atacava com Paralyze Breath, ataque gritado por ele(Ainda não sei porque esses digimons gritam os ataques, talvez para ativá-los), e, num piscar de olhos, o digimon roxeado "assoprava" um hálito venenoso contra Gabumon, que rapidamente tratou de escapar do ataque, correndo para os lados, saindo do alcance do bafo.

A escapada, por sua vez, acabara de dar um bom ângulo de ataque para Gabumon que, ao contra-atacar, perdia sua chance de ataque, errando bisonhamente o que seria um Blue Blaster, lançando a chama contra uma das paredes do coliseu. Os digimons, que lá estavam, assistindo a batalha, tomaram um susto com o ataque perigoso de Gabumon, que quase acertara suas cabeças.

O digimon roxeado tentara um novo ataque. Desta vez, um diferente do primeiro. Este era Pitfall, movimento em que Gazimon rapidamente cava um buraco no chão para que seu oponente caia nele. Vendo por esse lado, até parece um ataque útil, mas como ele iria conseguir fazer com que Gabumon caísse lá, sem perceber ele cavando? De qualquer forma, Gazimon cavava tal buraco na terra e entrava nele para sair em outro lado do campo.

Gabumon olhava atentamente o campo. Alertado de qualquer ataque que Gazimon poderia executar, o digimon réptil era puxado pelos pés e acabara enterrado na terra da arena. Minutos se passaram até que os dois digimons voltavam para a superfície, atacando um ao outro, Gazimon com suas garras e Gabumon desferindo diferentes socos contra o primeiro. Olhei, juntamente de Gabumon, para o cronômetro, neste momento, que marcava, exatamente, dois minutos para o término da batalha. Se acabasse com os dois digimons em pé, os dois eram penalizados. Essa é uma das regras do torneio que acabei não citando lá em cima. Disse, então, para Gabumon:

- Não se preocupe com o tempo. Apenas foque em destruir seu oponente.

Blue Flare. Te faz lembrar algo? Exatamente, aquele mesmo "ataquezinho", deste mesmo digimon que domava, que faz um estrago danado. Esse foi o ataque escolhido por Gabumon e que, devido ao pequeno distanciamento dos dois digimons, era bem mais difícil de se escapar. Sendo assim, a chama azulada de Gabumon acertara o digimon roxeado, jogando-o contra a terra batida do coliseu, causando-lhe sérios ferimentos e queimaduras. Gazimon exclamou:

- Não esperava que um digimon treinado por um humano seria tão difícil de se derrotar. Vejo que estou enganado, mas, de qualquer forma, eu sairei vitorioso! Paralyze Breath!

O gás venenoso baforado por Gazimon não dera escapatória para Gabumon, que era atingido pelo mesmo, ficando paralisado por um breve momento. O digimon vírus, aproveitando a situação de seu oponente, velozmente desferia diversos golpes contra Gabumon, utilizando suas garras. Como este último estava paralisado, fora atingido em cheio pelos arranhões furiosos de Gazimon.

Felizmente, como o digimon roxeado havia atacado Gabumon, este não estaria mais paralisado, facilitando as coisas para um golpe final. Assim sendo, o digimon réptil, com destreza, aproveitava a brecha deixada por Gazimon, que já estava se cansando de se mover tão rapidamente, e utilizava de seu Rapid Punch, acertando vários golpes contra Gazimon, deixando-o sem reações, e o lançava para cima. Olhando atentamente a seu oponente, que estava nos ares ainda, Gabumon pegava impulso no chão para efetuar um salto de longa distância contra Gazimon, pois, se deixasse este digimon cair no chão, o mesmos seria capaz de cavar outro buraco no chão e acabar com a chance de Gabumon. Com o salto, Gabumon usava seu um de seus movimentos de ataque físico, o Horn Attack, para selar com vitória, para nós, claro, na primeira batalha do TDB, transformando Gazimon em uma DigiTama que, por algum motivo, desaparecia do chão em que caía.

Continua...

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7 Re: [Treinamentos] Dark Hunter em Qui Out 02, 2014 9:41 pm

Oito Levels.


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8 Re: [Treinamentos] Dark Hunter em Dom Out 05, 2014 1:19 am


5º Treino - Torneio subterrâneo(Parte 3/5)


Meu digimon evoluíra agora pouco, diante de meus olhos, numa intensa batalha contra um Tsukaimon corajoso, mas pouco inteligente. Foi algo tão inesperado, mais tanto, que até a "plateia", que antes vaiava, ficara ainda mais perplexa e quieta, mais até que na última batalha. Talvez agora mostrassem o devido respeito que Gabu...ops, Garurumon(Ainda tenho que acostumar com isso) merece. Afinal, respeito é bom e nós gostamos. E o melhor, ou pior, dependendo do ponto de vista, ainda estava por vir: Na batalha depois da nossa, um Phascomon, digimon semelhante a um koala, com pequenas asas vermelhas, garras afiadas, orelhas grandes, pequenos chifres e olhos sonolentos(Os quais ele usa para hipnotizar seus oponentes, caso estes baixem a guarda), acabara de ganhar sua luta, indo para as Quartas de Finais, quando enfrentaria-nos. Isso, porém, não era o que realmente importava, mas sim o que acontecera durante a batalha. O digimon havia digievoluído, como Gabumon. Sua forma seguinte era Porcupamon, digimon que, literalmente, era um urso androide, possuindo alguns espinhos espalhados pelo corpo, navalhas no lugar das unhas, tanto das mãos quanto as dos pés, e um tubo no centro de seu corpo, pelo qual respirava.

Aquele digimon parecia não ter sentimentos, principalmente por ser um Cyborg/Androide, por seus oponentes, derrotando-os de maneira macabra. Seria algo para aterrorizar Gabumon, se este não tivesse digievoluído, mas como, na verdade, ele era um Garurumon, não se intimidou por nenhum minuto. Pelo contrário, possuía certo instinto de batalha, tendo, até mesmo, vontade de confrontar aquele digimon androide. Isso era bom, dependendo do ponto de vista, mas também era ruim, pois, naquele momento, sabia que poderia ser prejudicial para nós atacar sem pensar. Lógico que não deixaria ele atacar de forma ingênua e afobada, pelo contrário, planejava manter a calma do digimon lobo, atacando calmamente seu adversário, observando suas fraquezas e utilizando delas como caminho para a vitória.

Caminhamos direto ao quarto, no qual esperamos até dar a hora da batalha. A mesma ocorreria de noite, horário que deixava de favorecer os dois digimon, igualando o combate. Era bom e ruim ao mesmo tempo, mesmo me sentindo confortável lutando de noite, algo com que já tinha me acostumado naquele momento. Já Garurumon gostava, aparentemente, de lutar a qualquer hora com qualquer um, mostrando que sua personalidade havia mudado e bastante, se o comparar com sua forma anterior.

E o dia de surpresas não acabava por aí, com a digievolução de dois digimons no decorrer do torneio. Simplesmente porque, quando chegávamos ao quarto, víamos um pequeno bilhete em cima de uma das camas improvisadas(Pois é, coliseu moderno e uma porcaria de cama) com um pequeno rasgo, provavelmente feito por garras. Peguei-o com certo cuidado, olhando para Garurumon, este que devolvia o olhar dizendo, apenas com os olhos, "Como isso foi parar aí?". Abri, então, o bilhete, e tenho certeza que o mesmo dizia as seguintes palavras:

"Vejo que estão avançando no torneio. Isso é bom, com certeza. Continue assim, que o melhor ainda está por vir." - Escrito com tinta preta e com uma pequena risada(Levei isso como um deboche) escrita a mesma tinta.

Amassei o bilhete, ignorando o pequeno "recado" deixado por algum digimon travesso. Após aquilo não consegui parar de pensar, deixando Garurumon dormindo por algumas horas até a batalha, funcionando como um descanso, no que acabara de ler na folha. Foi aí que me lembrei do selo que fechava a carta, pegando-o e observando a marca que nele havia. "VI" era a pequena rubrica que tinha no selo de cor preta, me deixando ainda mais confuso. "O que seria VI?" Era o que pensava, sendo provavelmente uma sigla ou qualquer outra coisa que, naquela hora, não importava realmente.

O som dos sinos tocavam. Estava na hora da batalha. Naquele instante estava para começar as Quartas de Finais do TDB, tendo um dos confrontos, pelo menos do nosso lado da chave, Garurumon vs. Porcupamon. Seria, com certeza, uma das melhores batalhas do torneio, pois o combate estaria equilibrado e, talvez, podendo ter um empate, que seria a pior coisa a acontecer conosco, mas era uma das probabilidades, como disse antes.

Saíamos do quarto, indo em direção ao corredor que acabava no campo de batalha. Havia sentido uma estranha presença no corredor, pois este tinha algumas pilastras(Não entendi o que estavam fazendo ali, mas eu não tinha nada a ver com aquilo), o que facilitava a desatenção, deixando algo passar despercebido. Ignorei e continuei a caminhar calmamente juntamente a Garurumon que, diferentemente de antes, mostrava-se bastante confiante sobre suas futuras ações durante o combate dos digimons. Iniciei, então, uma breve conversa:

- Hm... vejo que está calmo.

- Sim, sr., não há porque ficar nervoso.

- Nossa, você mudou bastante.

- Hehe, agora sinto que posso vencer com mais facilidade!

- Sim, mas tente não perder a cabeça na batalha.

- Pode deixar, sr. Hunter. Vou destruir ele. - O digimon terminara a conversa, mostrando que não havia perdido sua confiança e lealdade.

Deixei escapar um sorriso, coisa que raramente acontecia, mas até que me senti bem ao demonstrar felicidade, ao invés da monotonia da calma e da frieza. Mudando de assunto, lembro que, ao chegarmos no campo de batalha, a mesma cena se repetia. Os digimons, que provavelmente permaneceram lá o dia todo, pararam sua conversa para nos encarar, mas, pelo menos desta vez, sem vaias, o que não queria dizer que estavam torcendo para o nosso triunfo. De qualquer maneira, nos posicionamos no campo de batalha para a batalha com Porcupamon que, de algum jeito, já estava lá quando chegamos.

Leomon dava início a batalha, saindo do caminho dos dois digimons que começaram a se espancar. Garurumon dera início a série de ataques que viriam futuramente, com apenas uma investida contra Porcupamon, que apenas desviava, indo para o lado. Garurumon, rapidamente, tratava de se recompor na batalha, não dando chances para seu oponente tentar atacar-lhe com um golpe certeiro, mas não foi o bastante para desviar de um forte ataque de Porcupamon: Slap and rip. O digimon androide, pensando mais rápido que Garurumon, conseguia acertá-lo com a garra de seu braço esquerdo, a única que possuía.

O arranhão foi "absorvido" por Garurumon, já que este partia para o contra-ataque. Ainda mais veloz que antes, o digimon lobo começava a correr em direção de Porcupamon, indo cada vez mais rápido, visando o corpo do digimon androide, posicionando seu corpo para efetuar um jogo de corpo. Assim sendo, Garurumon acertava Porcupamon, que não teve tempo de reagir ao ataque do digimon lobo, e levava seu oponente até a parede do coliseu, chocando-se contra ela. Este era o Body Blow.

Outra rachadura, desta vez do outro lado da arena, era feita pelo mesmo digimon. E os digimons, que lá estavam, parados, apenas observando a batalha, repetiam o seu mesmo ato da última batalha, movendo-se para trás, para evitar qualquer dano contra eles mesmos. Porcupamon, porém, era o único atingido pelo ataque, mostrando-se pouco ferido por este último. Saiu, então, da rachadura na parede do coliseu, empurrando Garurumon para longe. Porcupamon prepara outro ataque, desta vez Madness Broach, apontando as navalhas no topo de sua cabeça e avançando contra o digimon lobo, querendo acertá-lo com elas, como um touro e o toureiro.

A chifrada, no entanto, não atingira seu oponente, este que escapava facilmente do ataque devido a lentidão de Porcupamon. Sendo assim, Garurumon começava seu contra-ataque, atacando com o Freeze Fang. Corria, mais uma vez, o digimon lobo em direção de seu oponente, visando mordê-lo com suas presas congeladas que, devido a temperatura abaixo de zero em que estavam, se algo encostasse, este congelava. Porcupamon não se preocupava em desviar e, utilizando de seus braços, tentara uma defesa do ataque, cruzando-os na frente de seu rosto. Para o azar do digimon cyborg, seus dois braços congelavam, deixando-o sem o movimento de seus membros superiores.

Porcupamon tentava outro ataque, na verdade o mesmo de antes, mas desta vez com mais ferocidade. O digimon urso androide utilizara de seu Madness Broach novamente, mirando as navalhas, praticamente como dois chifres, no topo de sua cabeça para Garurumon e tomava impulso, começando a correr contra o digimon lobo. Este último, no entanto, criava uma barreira de gelo, usando Ice Wall, para defender-se do ataque. Entretanto, a barreira de gelo de Garurumon era facilmente quebrada pelo peso do corpo do digimon androide, este que continuava seu ataque e acertava o digimon lobo com uma chifrada de suas navalhas. Dei a minha primeira ordem, pelo menos nas minhas contas, a Garurumon:

- Garurumon não tente ataques físicos, ele é forte demais físicamente! Aproveite a baixa agilidade dele para atacar de longa distância!

Garurumon ouvia claramente minha ordem, executando o pedido. Assim sendo, o digimon lobo rapidamente tomava distância de Porcupamon e começava a atacar incessantemente seu oponente. Então começara a atacar com o Fox Fire, lançando diversas chamas azuladas de temperatura elevada contra o digimon androide. Este último não tentara desviar, muito menos se movia, apenas ficava parado no meio do campo de batalha, levando todos os golpes. Porcupamon parecia ter desistido de lutar, ou, até mesmo, estaria preparando algo.

Naquele instante, não havia me importado com um futuro contra-ataque, muito menos com as últimas palavras de Porcupamon. Sim, ele conseguia dizer algo que tinha escutado e gravado, mas isso não vinha ao caso, pelo menos agora. Como golpe final, pedi que Garurumon atacasse no tubo de respiração de Porcupamon, já que golpes em outras regiões do corpo não estavam surgindo grandes efeitos. O pedido foi claramente escutado por Garurumon, que usava o Fox Fire novamente, efetuando outro disparo de chamas azuladas contra o tubo de respiração do digimon urso androide, fazendo-o pegar fogo. Com isso, Porcupamon logo virava DigiTama, esta que se desfazia, assim como os outros digimons derrotados no torneio.

Continua...

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9 Re: [Treinamentos] Dark Hunter em Dom Out 05, 2014 6:55 pm



Oito levels.

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10 Re: [Treinamentos] Dark Hunter em Sab Out 11, 2014 5:52 pm

OBS: Acho que esqueci de colocar o "continua..." no último treino(Digievolução). De qualquer maneira, deu pra entender que havia continuação.


7º Treino - Torneio subterrâneo - Parte final.


Ganhamos o torneio. WereGarurumon destruíra Devimon, que virava uma DigiTama e desaparecia. Já sabíamos o motivo do desaparecimento, pois Impmon havia contado anteriormente. Etemon gritara nosso número, dizendo que havíamos vencido e, além disso, Leomon tentava levantar o braço de WereGarurumon, levantando-o. Tudo isso foi citado por Impmon, todas essas ações dos digimons(E as vaias dos outros digimons, estes na arquibancada, também aconteciam), tudo comprovava que Impmon falara a verdade, pelo menos naquela vez.

Então, de repente, dos grandes portões que levavam para o corredor dos quartos, um humano saía caminhando. O mesmo usava roupas comuns, com um rosto que me era familiar, mas que não importava naquela hora. O humano caminhara até a mim e a WereGarurumon, batendo palmas, aparentemente impressionado com o que acontecera no coliseu. Eu encarava-o, juntamente de WereGarurumon, enquanto ele dizia suas palavras falsas e vazias:

- Parabéns! Vejo que venceram nosso torneio. Suas recompensas chegaram em breve e, enquanto isso, venham comigo. - Depois disso, o homem nos guiara para dentro do corredor, passando pelos quartos, até o que seria uma "sala de comando".

Não o respondi, muito menos meu digimon, apenas o seguimos, sempre com um corpo de diferença na distância entre nós e ele, andando vagarosamente. Lembrei-me que Impmon nos esperava no quarto e deveríamos passar lá, porém não podíamos voltar o caminho sem o homem perceber. De qualquer forma, andamos até a sala de comando, parando na frente da porta de entrada, com o homem tentando abri-la.

A porta da sala de comando se abria normalmente e, dentro da mesma, várias câmeras estavam ligadas, cada uma em cada área da arena subterrânea, inclusive nos quartos. Me perguntei o por que daquelas câmeras estarem ligadas em quartos que só haviam hologramas, mas, como não sabia a resposta, fiquei com aquela dúvida até ver o pequeno Impmon amarrado em cordas, ao lado de uma das cadeiras da sala. Já do outro lado da cadeira, estava um digimon de aparência peculiar. Esta última era composta por uma grande cápsula, que armazenava o que seria seu cérebro(ou circuito, nesse caso), quatro patas, possuidoras de apenas uma garra vermelha cada, e longos braços robóticos esticadores. Nanomon era seu nome.

Impmon arregalava seus olhos e balançava sua cabeça incessantemente, querendo nos dizer alguma coisa, mas não entendíamos o que queria dizer. O homem que nos guiara se aproximava de Nanomon, ficando ao lado do mesmo, e abaixara-se, colocando sua mão na frente de sua boca, falando algo para o digimon robótico que lhe fez soltar uma gargalhada. Este último balançava suas garras no ar, demonstrando sua felicidade exagerada com a situação e, com isto, mandava o homem retirar a fita que tapava a boca de Impmon. Nanomon, ainda rindo, não se segurou e disse:

- Esta é a minha melhor invenção! Estão vendo? Parece real, não? Haha!

- Só mais um holograma. - Limitei-me a dizer isso, encarando Nanomon.

- Sim, claro, mas ele é bem sólido!

- Jura? Por um segundo pensei que era líquido.

- Ora, não seja ignorante, pequeno. Se tocá-lo, verá o que quero dizer.

- Já que pediu...

WereGarurumon avançaria contra o homem, mas coloquei minha mão em sua frente, parando-o. Olhei para o digimon, balançando a cabeça de um lado para o outro, dizendo para não fazer aquilo agora, pois poderia irritar Nanomon. Afinal, sabia que ele e sua máquina de hologramas poderiam causar bastantes problemas para o nosso lado. Perguntei, então, para Nanomon o que ele queria de nós, mas não recebi a resposta que queria e não receberia tão cedo.

Nanomon pusera seus braços atrás de suas "costas", cruzando-os, e começara a caminhar até Impmon, que mandava soltá-lo. O digimon robô perguntara para o pequeno digimon demônio o que fazia no torneio, já que não fora chamado por "Ela", apenas ele próprio. Impmon, no entanto, não respondera a pergunta e, como consequência, Nanomon fora até uma das mesas e colocara um vídeo de uma das câmeras. Nesse vídeo, aparecia Impmon no quarto de Devimon, tentando avisá-lo de que o torneio não servia para o que ele poderia estar pensando. Sua tentativa, entretanto, não dava em nada: o digimon era um holograma.

Com exageros, mais uma vez, Nanomon começara a rir diante das imagens que observava junto de Impmon, que não tinha palavras. Logo depois, veio um vídeo nosso, com a mesma conversa que havíamos tido. Não me pronunciei, muito menos WereGarurumon, apenas dizia para este último esperar até a hora certa para atacarmos. Diferentemente de nós, Nanomon não esperaria e avançava contra Impmon, atacando com o Plug Bomb, disparando, seus dedos como bombas, mas o digimon travesso utilizava de seu Pillar of Fire, criando uma espécie de muro flamejante, bloqueando o ataque de Nanomon e fazendo com que uma faísca caísse nas cordas, torrando-as completamente.

Rapidamente, o pequeno digimon recuava contra Nanomon, não perdendo-o de vista, enquanto o homem tentava agarrá-lo numa tentativa de salto. Impmon, então, utilizava-se de seu Summon para destruir o holograma do humano, enfurecendo Nanomon. Este último cessava sua gargalhada e, como estava com raiva, retirava sua máquina de hologramas de uma cima de uma das mesas da sala, criando um holograma de um digimon. Nanomon, no entanto, se irritava ainda mais, pois sua máquina estava com baixa energia e só poderia ser feito um holograma de um digimon mais fraco que WereGarurumon, por exemplo. Portanto, Grizzlymon era o escolhido por Nanomon, já que este último possuía os dados do digimon urso, e se preparava para lutar contra Impmon.

Enquanto a batalha de Impmon decorria um pouco mais afastada, refazia minha pergunta anterior, aquela do por que que nós estávamos ali, e, finalmente, o digimon robô respondia. Era, basicamente, um plano dele e de sua superior, a integrante dos 7 Grandes Lordes Demônios, de recrutar um digimon forte o bastante para a guerra que viria, mas, como os escolhidos por ela e seus companheiros não eram tão fortes, resolveram criar este torneio falso para atrair os mais curiosos e, por sorte, acabaram por nos encontrar. Depois disso, Nanomon nos perguntara:

- Gostariam de se juntar a nós ou vão ficar do lado dos "bonzinhos"?

- Não vamos ficar do lado dos bonzinhos, - Respondi, com calma e seriedade, e dei uma pausa, para ver a expressão de Nanomon, que aparentava ser feliz, com essa declaração. Continuei: - muito menos do lado de seus, tão aclamados "Grandes", superiores. Ficaremos do nosso lado e, se nenhum de vocês quiser ser destruído, não entrem no nosso caminho.

- Hahaha! Não sei o que eles viram em você. Se esse lado de vocês for tão forte como você acabou de dizer, mostre-me!

- Sua risada mostra o seu medo e a sua fraqueza. WereGarurumon, destrua ele.


WereGarurumon dava um salto para frente, pegando impulso, ao invés de correr, e pegava Nanomon com uma de suas mãos, pressionando-o no chão e, com a outra mão, ameaçando um soco. Nanomon, no entanto, pusera seus dois braços mecânicos na sua frente, antes de ser pego por WereGarurumon, e usara seu Plug Bomb, disparando todos os seus dedos de uma de suas mãos contra o digimon lobisomem. Este último era atingido pela explosão dos dedos, sendo jogado para trás pelo impacto.

Com os olhos cheios de fúria, WereGarurumon dava um salto para frente, semelhante ao usado por alguns lutadores habilidosos para voltar a luta rapidamente, e cerrava seus punhos, colocando-os na frente de seu rosto, igualmente ao que lutadores de boxe fazem para se preparar para um ataque, e encarava seu oponente. Por estar se levantando ainda, devido a sua lentidão, Nanomon era atingido pelo Circle Moon Kick de WereGarurumon, que era velozmente executado pelo digimon lobisomem, recebendo um forte chute em sua cara, sendo jogado contra algumas mesas da central de comando e algumas câmeras.

O digimon mecânico voltara a estar no chão, mas, com um impulso de seus longos braços, postos no chão para levantá-lo, Nanomon levantara-se, preparado para um contra-ataque. Assim sendo, o digimon robótico utilizara de seu movimento Nano Crash, lançando, de seus dedos já recriados, diversos e pequenos vírus contra WereGarurumon. Estes vírus, se atingissem o digimon lobo, poderiam destruir os dados dele.

No entanto, WereGarurumon, ao invés de desviar normalmente do ataque, preferiu executar outro movimento. Desta vez, o Fox Fire fora seu escolhido, atacando com uma grande chama azulada contra os vírus e contra Nanomon, congelando parte do corpo deste, mas não atingindo-o certeiramente, e parando o avanço dos primeiros, evitando ser acertado pelos pequenos vírus comedores de dados.

Ainda congelado, e assim ficaria ainda por algum tempo, Nanomon mexera seu braço esquerdo e chocara-o contra a parte direita de seu corpo, tentando quebrar o gelo que nela estava. Porém, as tentativas do digimon robô não davam em algo que ele pudesse tirar proveito, frustrando-o, e, como tinha seu braço esquerdo livre, tentara um outro ataque. Com isto, Nanomon repetia o mesmo movimento de lançar seus dedos contra o oponente e fazê-los explodir contra o mesmo. Este era o Plug Bomb.

O digimon lobisomem, entretanto, correra contra o ataque e lhe dava uma rasteira, passando por debaixo dele. O movimento atingira, então, uma das mesas de comando, fazendo com que esta explodisse e entrasse em curto-circuito. WereGarurumon, portanto, pegou seu oponente pelo braço livre, já que este estava sem seus dedos no momento, e jogou-o contra a mesa em choque, vendo ser eletrocutado.

Tudo parecia estar bem fácil. Mais fácil até que ter lutado no torneio. Sabíamos que Nanomon era fraco no combate corpo a corpo, por isso exploraríamos essa fraqueza para destruirmos o digimon, mas, também, sabíamos que ele era forte defensivamente e que um ataque fraco, como um simples soco, não causaria muitos danos e poderia expor WereGarurumon em vão. Sendo assim, mandei WereGarurumon aproveitar que Nanomon estava saindo da mesa em curto-circuito, já descongelado, é verdade, e atacá-lo com o Wolf Claw.

Eletrocutado, enfraquecido e quase derrotado, Nanomon limitava-se a se levantar, ficando caído no chão, sem nenhum movimento. Por um instante, pensei que o digimon robô havia sido derrotado, mas, como não tinha virado dados ainda, essa opção estava descartada. WereGarurumon acertara, então, o que seria as costas de Nanomon com um forte golpe de suas garras. Fendas se abriam no local atingido pelo digimon lobisomem, deixando alguns fios e engrenagens de Nanomon expostos, além de pequenas faíscas saindo delas.

Com uma reação inusitada, os braços do digimon mecânico se moviam e esticavam-se, agarrando as pernas de WereGarurumon, incapacitando-o de desviar. Depois, como um último golpe de Nanomon, este jogava seu oponente contra a mesa, que ainda estava em curto-circuito, com toda a sua força. E, mexendo-se no ar loucamente, WereGarurumon tentara sair da trajetória da mesa de comando, mas sua ação não dera em nada. Reagi o mais rápido que pude, mandando WereGarurumon usar o Fox Fire na mesa para tentar congelar a parte que causara as faíscas, e logo depois o fogo, e, então, o digimon lobisomem disparava uma nova chama azulada de alta temperatura por sua boca contra o local, congelando-o.

Foi por pouco, tenho de admitir. Se ele não agisse naquele instante, talvez poderia ser eletrocutado pelas faíscas, ou cremado vivo pelo fogo vindo da mesa de comando. Ele, felizmente, batia com os braços no gelo feito pelo mesmo, pois estava de frente para a mesa, e caía contra o chão da sala de comando. Depois disso, como a cartada final da batalha, WereGarurumon utilizava seu Wolf Claw de novo, desta vez mirando nas fendas feitas por ele mesmo anteriormente, para destruir seu inimigo. Com isto, o digimon lobo cravava suas afiadas garras nas costas de Nanomon, rasgando ainda mais o local e forçando ainda mais o golpe, reduzindo seu oponente a dados.
OBS²: Continuação nas capturas com um novo título.

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11 Re: [Treinamentos] Dark Hunter em Seg Out 13, 2014 9:47 am

Cara, melhor treino até agora. 10 levels.(to bonzinhu hoje -qq)


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12 Re: [Treinamentos] Dark Hunter em Sab Nov 01, 2014 5:20 pm


9º Treino - Batalha sem trio(Parte 1/3)


Horas depois de Impmon se juntar à nós, explorávamos cada vez mais o tal Digimundo, já que uma saída de tal mundo, ou dimensão, era improvável. Nesse caso, involuntariamente a caminhada havia por acabar numa outra floresta, coisa que estava se tornando enjoativa. No entanto, tinha uma diferença notável na mata, que era o fato dela parecer estar no outono, com folhas alaranjadas e secas, galhos finos e moídos e raízes na superfície, dando um aspecto de morte às árvores, além várias árvores cortadas espalhadas na trilha, dificultando a nossa passagem.

Continuávamos a caminhar pela longa trilha, desviando dos troncos de árvores espalhados por esta mesma, como disse anteriormente, sendo observados por diversos digimons, um mais estranho que o outro. Observados, não, encarados por eles. Parecia que eram territoriais e, assim, estávamos invadindo seu território, o que era bem verdade. Preferi não devolver os olhares de rabo de olho e as encaradas, até porque o momento pedia algo como aquilo, pois logo depois tropecei em um dos troncos e quase caí. Ouvi alguns risos, principalmente vindo de Impmon e WereGarurumon, além do meu, e algumas gargalhadas vindas das sombras das laterais da floresta, provavelmente dos digimons que nos encaravam.

Emendei uma leve corrida, ridiculamente, e voltei a caminhar, rindo do próprio ato, balançando a cabeça de um lado para o outro. Em seguida, começamos a caminhar mais rápido, pois avistara um outro local mais a frente, desconhecido até então. Minha visão era dificultada por uma grande névoa que se formara em torno do local: tinha algo de errado ali. E, como nós gostamos de aventuras e de arriscar nossas vidas pelo mínimo em troca, só para sentir o gostinho da vitória(Só que não), entramos onde a névoa estava mais forte(Pode até não ser a escolha mais inteligente a se tomar, mas fazer o que, né?).

Cansado de caminhar sem ver nada, Impmon utilizara de seu Summon e, com isto, invocara dois espíritos, um fogo e um do gelo, e juntara ambos, formando uma grande bola de fogo e de gelo e lançando-a contra o vácuo, ou, pelo menos, algo que não víamos, iluminando parcialmente o caminho. Entretanto, a grande esfera atingia algo no meio de seu trajeto, explodindo-o e expelindo a névoa que envolvia-nos. A fumaça entrara, então, em seu lugar e, junto dela, um grito de raiva era ouvido:

- O que foi isso?!

Paramos de andar no mesmo instante. Olhamo-nos rapidamente e depois movíamos nossos olhos para frente, com o susto tomado. Outra voz era escutada, desta vez fazendo uma pergunta para a primeira. Uma terceira se envolvera na conversa gritada, dizendo que um disparo havia vindo "daquela direção". Nosso sangue gelou nesse minuto, paramos de respirar por alguns segundos, até pensamos em dar meia-volta, mas era tarde demais. Vi três sombras se aproximarem, três digimons, aparentemente, e o trio continuara conversando e chamando quem quer que tenha jogado a esfera. Nesse caso, nós. A fumaça abaixara conforme os digimons caminhavam para frente, facilitando um reconhecimento, ou não.

- Ora, ora, ora. O que temos aqui. - Disse o primeiro digimon, cerrando os punhos, ou garras, e batendo um no outro.

- Nossa, pensei que era algo sinistramente sinistro, mas são só vocês.

- "Só vocês"? Como assim? Somos o Trio Negro da Floresta da Morte! - Exclamou o digimon do meio, o mais confiante de todos.

- E desde quando isso é grande coisa? Cá entre nós, BlackGuilmon, vocês só são três meros ladrãozinhos baratos, trombadinhas, que vivem de levar um pequeno desconforto, e até graça, devido a vocação de vocês para serem palhaços, aos moradores de algumas vilas e cidades. - Lembro-me de ter olhado, juntamente de WereGarurumon, para o pequeno digimon demônio, que esculachara os três digimons negros.

- Seu... bom, acho que você está completamente por fora da nossa situação. - O último digimon, semelhante à um Gabumon negro, tentara avançar contra Impmon, mas era parado por BlackGuilmon, que pusera seu braço na frente de seu companheiro.

- Destrua esses infelizes, WereGaruru... - Era interrompido pelo digimon lobisomem.

- Não. Deixe que Impmon cuide deles. Pelo que estamos vendo, essa briga não é nossa.

- Três contra um? Não é meio injusto? - Os digimons ficavam me olhando, juntamente do digimon lobo.

Era interrompido, novamente, porém desta vez eram outras duas vozes. Os donos das vozes rapidamente apareciam no lugar: eram dois garotos. Não eram hologramas, logicamente, eram de carne e osso. Ambos acompanhados de digimons, três no total, em que um deles estava com um dos garotos e os outros dois com o outro. As atenções, obviamente, se davam para os meninos e para suas ações, que se seguiam com eles dirigindo-se ao lado esquerdo, chamando os três digimons e encarando-os. Possivelmente eles haviam aprontado alguma com aqueles dois, mas o que importava é que eu não era o único no Digimundo.

Não era a hora de apresentações, pois os dois garotos renderam BlackGabumon e BlackAgumon, alegando que os mesmos roubaram seus Xros Loaders e que não sairiam vivos tão cedo se não devolvessem. Enquanto isso, BlackGuilmon dizia que tinha algumas contas a acertar com Impmon e que, além disto, devia algumas desculpas à ele e seus comparsas. Impmon, discordando do afirmado pelo digimon réptil, respondeu que, simplesmente, não tinha do que se desculpar e que disse apenas a verdade sobre o trio trombadinha. Sem mais delongas, o combate se iniciava com uma tentativa de soco de BlackGuilmon, mas que era facilmente esquivada por Impmon.

Impmon devolveria o suposto golpe de BlackGuilmon com seu Machine Gun Kick, desferindo diversos chutes seguidos, utilizando de suas pequenas pernas, contra o digimon réptil, mas o mesmo desviava de todos os golpes sutilmente. Em seguida, tentara atingir Impmon com seu Fire Grenade, porque uma investida da distância em que ele estava facilitaria uma esquiva de Impmon, disparando uma bala de chama negra que, ao entrar em contato com o digimon travesso, explodiria e lançaria-o longe.

A árvore em que o pequeno digimon demônio atingia era fraca e, com o impacto de seu corpo na frágil estrutura, se quebrava e fazia Impmon arrastar suas costas na terra coberta por pedras e gravetos, machucando-se. Após levantar-se, o digimon tentara outro ataque. Dessa vez o Night of Fire, atacando BlackGuilmon com diversas e pequenas esferas de chama negra, acertando algumas dessas chamas, mas errando outras, que acertavam algumas árvores ao seu redor.

BlackGuilmon balançava sua cabeça rapidamente, de um lado para o outro, como um cachorro secando-se após se molhar, depois de levar o golpe. Logo depois, este mesmo digimon dava um grande salto, erguendo suas garras, entrelaçando-as e depois, movimentando seu corpo para baixo e pegando impulso, o digimon réptil atingia o chão com força total, fazendo uma grande fissura e provocando um pequeno tremor em todo o local, atrapalhando as batalhas vizinhas. Este era o Rock Crusher. Impmon, como ainda não estava tão perto de BlackGuilmon, conseguia escapar da fenda aberta pelo digimon negro, mas o tremor fazia com que se desequilibrasse e sucumbisse na terra de onde acabara de se levantar.

Vagarosamente, o digimon travesso se levantara, ainda um pouco tonto pelo baque, e, posteriormente, utilizara de seu Night of Blizzard, provocando uma grande nevasca feita de trevas contra seu oponente. Este último, sem chance de escapatória, já que ainda estava absorvendo os efeitos de seu ataque anterior, e era atingido pelo movimento de Impmon, sendo jogado longe. Aproveitando isto, o digimon travesso rapidamente se aproximou de seu rival e, com o Summon, invocara os elementos do fogo e do gelo, juntando ambos, atirando uma imensa esfera dos dois elementos contra o digimon réptil, acertando-o em cheio.

Sem muitas escolhas, BlackGuilmon procurava se levantar o mais rápido o possível, para não ser atingido por outro golpe. Assim sendo, com um salto, o digimon réptil atacara com o Fire Grenade, ainda no ar, disparado uma grande bala de chamas negras contra Impmon, que desviara do ataque com um tipo de "cambalhota" para o lado. Ao fixar as patas no chão, BlackGuilmon soltava um sorriso amarelo para o digimon, avançando violentamente com suas garras afiadas como navalhas, visando atingir seu alvo com o Rock Crusher.

O grande salto de BlackGuilmon bem na frente de Impmon não fora o bastante para intimidá-lo. Pelo contrário. Com isto, o digimon levantava sua cabeça e, mirando cirurgicamente e velozmente seu oponente, estendia suas mãos, usando o Pillar of Fire, criando uma grande parede flamejante bem debaixo de BlackGuilmon. Escolha errada do pequeno digimon. Eu até poderia corrigi-lo, dizendo qual era o melhor caminho de tanto observar os movimentos de BlackGuilmon e dele mesmo, mas queria ver ele aprender com seus erros. Já sabia que ele ganharia a batalha, mas ainda não sabia como.

Na descida de BlackGuilmon, este último acabara por se chocar contra a ponta de cima do paredão, mas quebrava-o facilmente com suas garras cruzadas, atingindo o chão novamente e causando a mesma fissura e o mesmo tremor de antes. Impmon afundara naquela fissura, mas o mesmo fincara sua pata no pedaço de terra mais próximo à ele, ficando a três dedos da destruição. Aproveitando desta situação, BlackGuilmon aproximara-se de Impmon e observara o mesmo suspenso no ar. Então, com sua pata, pisara nos dedos do digimon, tentando fazê-lo cair na fenda.

Seus dedos eram esmagados com toda a força, enquanto BlackGuilmon esfregava sua pata em cima deles. O primeiro soltara-se, já dificultando para Impmon continuar segurando o pedaço de terra. Em seguida, seu segundo dedo se soltara, ficando a apenas um de sucumbir ao breu total. No terceiro, o digimon demônio pensava rápido e, com sua outra mão, agarrara o pé, que BlackGuilmon utilizara para chutar sua mão esquerda, e puxava o digimon réptil para baixo, pegando impulso e se jogando para cima. Movimento de classe, maestral, que definia a batalha como "emocionante". Impmon, então, levantou-se ofegante, estendo seus braços e dizendo que vencera o combate.

Continua...


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13 Re: [Treinamentos] Dark Hunter em Sab Nov 01, 2014 5:34 pm

cara 10 lvls pela qualidade do treino


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